Sunday, March 13, 2011

Carnaval em Barcelona!

Na falta do calor e da animação do Brasil, resolvi passar meu Carnaval em Barcelona!
Apesar de não ter o feriado aqui em Hamburgo, tirei a segunda-feira off e lá fui eu encontrar com a Carol, amiga minha da FAU que está fazendo mestrado por lá, e a Cíntia, que fugiu do Brasil e veio matar as saudades de Barcelona e da gente.
Cheguei no sábado hora do almoço e fui encontrar com a Carol na casa dela, que é um apartamento lindo, todo decorado pelo casal de arquitetos que mora com ela com móveis encontrados na rua! Os meninos são super artesãos, reformam e constroem móveis com uma facilidade incrível, quando cheguei tinham acabado de fazer uma escrivaninha pro quarto da Carol. Esqueci totalmente de tirar fotos!!
O apê fica num prédio antigo, de frente pra Plaça Del Sol, em Gràcia, um bairro muito gracinha que eu não conhecia muito bem – cheio de lojinhas, mercadinhos alternativos, restaurantes fofos, praças... delicioso! O clima estava maravilhoso, sol e 20°C no termômetro, o que me deu uma alegria indescritível. Fui passear com a Carol pelo bairro e só queria saber de sol, podia parar em qualquer lugar, desde que tivesse sol!!
Plaça del Sol, vista da varanda do apto da Carol
Plaça del Sol

A Cintia ligou que tinha chegado, e fomos encontrar com ela na Plaza Catalunya. Levamos as malas pro apê, ficamos batendo papo com os meninos, super simpáticos – o Carlos, português, e o Damian, argentino. Mais uma voltinha pelo bairro, enquanto eles instalavam a cortina no quarto da Carol, e saímos para comer umas tapas no Ciudad Condal, indicação de um amigo meu barcelonês.
O lugar é bem bonito, e as tapas são realmente deliciosas! A única coisa chata é que o lugar é tão disputado que você só pode ficar 1h30 na mesa, depois disso tem que ir pro próximo poder sentar...

Cansadas que estávamos, fomos pra casa dormir e acordamos no dia seguinte com os meninos fazendo um mega café da manhã, com frutas, pães, queijos, ovos etc. Ficamos comendo e batendo papo, na maior calma do mundo! Depois saímos e fomos pra Tibidabo, um morro bem alto ao norte da cidade, que tem uma vista linda de Barcelona.

A caminho de Tibidabo

O bondinho que leva a Tibidabo


Descemos e fomos encontrar com o meu pai e a Ciça, que por coincidência também resolveram ir pra Barcelona nessa mesma semana! Tomamos uma cava do lado da Catedral do Barri Gòtic e fomos jantar num restaurante todo bacana, no último andar da torre onde chega o teleférico que vem de Montjuïc pra Barceloneta. O restaurante chama La Torre d’Alta Mar, e tem uma vista linda da Barceloneta e da cidade.
Sala de espera do restaurante - todo moderno...
Yamille, Carol, Cintia, eu, Ciça, meu pai e a vista ao fundo

Comemos muito bem, nos despedimos dos dois e fomos pra estação de trem, pegar o último trem pra Sitges, uma cidadezinha a 30-40 min de Barcelona, onde tem carnaval de rua. Aqui na Europa todo mundo se fantasia pro Carnaval, é o máximo!! Ninguém muito preocupado em ficar bonitinho, não, as fantasias são realmente criativas!! Alguns exemplos:

Velhinhas atravessando a rua (eram todos homens!)

Bonequinhos do Lego

Encontramos com o Damian (Peter Pan), o Carlos (capitão gancho) e mais um amigo dos dois, e ficamos andando pra lá e pra cá, tentando abrir caminho no meio da multidão de gente.

Quando não deu mais pra agüentar de frio, fomos embora pra casa, saga que levou mais ou menos 2h30 (fila pra chegar na estação, fila pra pegar o trem, a viagem, algumas tentativas frustradas de achar um táxi pra levar a gente pra casa, o caminho a pé até em casa...)
No dia seguinte infelizmente não deu tempo de fazer nada, acordei e comecei a jornada de volta pro frio de -2°C de Hamburgo... aiii que preguiiiiiça!!

Sunday, February 27, 2011

Meu aniversário: 4 comemorações

Pra quem não sabe, meu aniversário foi no dia 10 de Fevereiro. E eu não sou daquelas que foge de aniversário, não, eu adoro comemorar!!! Pra evitar qualquer possibilidade de ficar triste por estar longe da família e dos amigos mais queridos, comemorei com a “família” e os amigos queridos daqui. Quatro vezes, só pra garantir.
Cheguei no trabalho dia 10 de Fevereiro e minha mesa estava toda enfeitada, com faixa, bexigas, chocolates e flores. Adorei. Uma maneira ótima de garantir que ninguém vai falar com você sem saber que é seu aniversário e deixar de te dar parabéns.


Logo cedo ganhei meu primeiro presente: uma bolsa linda da Ju e do Du. Na hora do almoço, fui numa creperia francesa deliciosa com a Ju, o Du, a mãe dele, que estava aqui passeando, a Polly e a Mary, que me deu uma caixa de brigadeiros linda, toda enfeitada! Hmmm matei a vontade e de quebra ainda deu pro pessoal da Unilever experimentar à tarde - obviamente amaram!
Márcia (mãe do Du), Polly, eu, Mary, Ju e Du


À noite fui comemorar com mais alguns amigos brasileiros, a turminha mais próxima, na Copper House (uma mistura de restaurante japonês com Tantra, aquele que você pega os ingredientes fresquinhos no bufê e entrega pro chapeiro grelhar na hora).

Luciana, Lucia, Steffen, Marcio, Marcio, Fabi, eu, Mary

Dia seguinte era sexta-feira e fomos pra Suíça passar um fim de semana prolongado esquiando em Interlaken. Era um grupo de 3 casais de brasileiros, 1 casal de colombiano, mais a Cris (também brasileira, amiga da Fabi), o Samuel (mexicano), o Cristiano (italiano) e eu – ou seja, 12 pessoas!!

Atrás: eu, Samuel, Cristiano, Mary, Luciana, Marcelo, Luiz, Rafa e Yamille. Na frente: Marcio e Fabi.
No sábado os meninos (Samuel e Cristiano) acordaram cedinho e foram esquiar, eu resolvi ir com os brasileiros, que eram mais iniciantes, pra pegar o jeito devagarzinho, já que fazia 7 anos que eu não esquiava. Enquanto o pessoal fazia aulinhas, eu e a Cris (que também já tinha uma noção básica) ficamos treinando numa pista bem fácil, sobe desce sobe desce. O dia estava maravilhoso, 10°C na montanha, e eu sem saber o que fazer com aquelas 5 camadas de casacos, luvas, cachecóis e etc. que eu tinha colocado de manhã!! Minha primeira vez esquiando foi em Killington, e fez tanto frio que meu pé congelou. Dessa vez estava tão quente que eu esquiei de casaco aberto!!!



Luciana, Marcelo, eu, Cris, Mary, Luiz, Marcio, Fabi, Yamille e Rafa


O pessoal cansou rapidinho, depois de umas 2 horas de sobe-desce voltamos pro centrinho e fomos almoçar na varanda de um restaurante com uma vista cenográfica.


Fabi, Cris, eu e Marcio

Depois do almoço, metade da turma (que já tinha desistido de esquiar!!) foi fazer um passeio de carro e a outra metade (inclusive eu) inventou de alugar trenós e descer a montanha de noite. Nos disseram que a pista tinha iluminação e que o trem passava à noite, afinal a pista ia de uma parada do trem até outra no meio da montanha, mas depois tínhamos que pegar o trem pra voltar pra cidade. Alugamos os trenós e fomos na maior empolgação. Considerando que o “freio” daquela coisa é o seu próprio pé, e que a iluminação da pista é algo definível como “meia-luz”, posso dizer que a descida foi uma aventura, teve gente até que perdeu o trenó no meio do caminho, mas morremos de rir o caminho inteiro.


Bom, chegamos na parada do trem às 19:20, e foi ali que descobrimos que à noite os horários do trem eram esses:
18:55
22:00
23:00
Ou seja, presos na montanha!! Por sorte (ou pura jogada de marketing), tinha um restaurante ao lado da parada do trem, então resolvemos que já que tínhamos que esperar o trem mesmo, melhor fazê-lo comendo um fondue e tomando um vinho.

Fabi, eu, Cris, Yamille e Rafa


Os brasileiros resolveram que no dia seguinte não iam esquiar, queriam fazer um passeio de trem pra ver a vista, que realmente é linda, mas eu já conhecia o lugar (tinha ido em 2005) e afinal de contas, fui pra esquiar, e não pra andar de trem. Então no segundo dia acordei às 06:30 e fui esquiar com os meninos (sim, eles são obcecados por chegar cedo). Só de subir os cable cars (teleféricos) já foi dando aquele friozinho na barriga, e eu preparando os dois e dizendo que eu sou super iniciante!!

Descemos algumas vezes umas pistas azuis (nível: fácil), depois eu parei pra descansar um pouco e tomar um refresco e os dois foram numa pista vermelha (nível: intermediário).

Eu, Cristiano, Samuel

Nos encontramos no bar, descansamos mais um pouquinho e resolvemos que queríamos ir no Jungfraujoch, o ponto mais alto da Europa. Tínhamos que ir esquiando e subindo alguns lifts, depois era pegar um trem e subir mais 1 hora. Só que tinha um detalhe: tinha duas pistas vermelhas no meio do caminho. Eu na dúvida, os dois insistindo e falando que eu ia conseguir, fomos. Primeira vermelha, ok. Segunda vermelha, primeiro desafio (uma parte bem íngreme), o Cristiano meu deu uma ajuda e descemos. Ufa (achei que tinha terminado). Esquiamos mais um pouco e de repente uma pista tão íngreme que eu mal conseguia ver o final. Acontece que a pista vermelha tinha uma descida preta (nível: avançado). Tirei os skis e tentei descer pelo lado, impossível. Coloquei os skis de novo (acho que demorei uns 15 minutos pra colocar o ski no meio da descida), o Cristiano me ajudando, começamos a descer – bum! Caí e virei o joelho (o ski não soltou da bota). Comecei a chorar de dor e de pânico (ok, mais pânico do que dor) e simplesmente resolvi que dali eu não saía mais a não ser com algum tipo de transporte motorizado. Hahahah que vergonha!! Mas fazer o que, né? Na hora eu simplesmente travei, não conseguia mais subir nem descer. Bom, resumo da história é que o tiozinho foi me buscar de snowmobile (aquele do 007) e me deixou depois na estação de trem, onde os meninos foram me encontrar.
Descendo de trem...

Passado o stress, comemos um wurst com batata rösti e descemos – eu de trem, os meninos esquiando, pra encontrar os brasucas lá na cidade e ir jantar. Contei minha história tragicômica e o pessoal ficou insistindo que eu tinha sido corajosa e que eles estavam orgulhosos de mim, e eu fingi que eu acreditei só pra me sentir um pouco menos loser!! Hahah.... coisas da vida... mas o que importa é que eu não desisti, só me deu mais vontade ainda de esquiar pra treinar e ficar boa.
Na segunda-feira tínhamos que pegar o vôo no final da tarde em Basel, pra voltar, então resolvemos passar o dia em Luzern, que eu também já conhecia mas é uma cidade lindinha, com uma ponte coberta super antiga sobre o rio, que pegou fogo e foi reformada.




Na sexta seguinte era a comemoração oficial do meu aniversário, dessa vez chamei todo mundo – os brasileiros, os Unileverianos e os “outros” (ex: minha prof de alemão). Fomos jantar no Arkadash, um restaurante turco bem gostoso aqui pertinho, depois viemos pra casa fazer caipirinhas e comer brigadeiros, que a Mary queridíssima fez pra mim.



Elena, Ju, Kike, eu e Cristiano

No final, fomos pro Club du Nord, que é a nossa baladinha preferida em Hamburgo.
Melanie, Dimi e eu (e o Dieter figura fazendo chifrinho lá no fundo)

Não bastando minhas 4 comemorações de aniversário, esse final de semana teve despedida da Ju e do Du, que estão indo morar na Suíça a partir de Abril. Pois é, meus queridos “pais” daqui, que me levavam pra lá e pra cá todo final de semana, vão se mudar agora que a filha cresceu e fez amigos. Não deixa de ser uma razão boa pra voltar pra Suíça!!

Katia, Daniel, Samuel, Elena, Cristiano, eu

A mulherada: Mary, Luciana, eu, Ju, Elena. Na frente: Lais.


Atrás: Steffen (escondido), Lucia, Ju, Marcelo, Luciana. Na frente: Samuel, Lais e eu.


Saturday, February 5, 2011

Paris, toujours Paris

Semana passada meu pai teve um congresso no Egito. Como tinha que voar pra lá via Paris, resolveu vir um pouquinho antes e aproveitar o feriado em Paris, comigo. Tirei a segunda-feira off do trabalho. Foi ótimo. Afinal, minha passagem pelo Brasil foi tão corrida que nem tinha conseguido curtir ele direito.
Sábado peguei um avião cedinho e fui. Nos encontramos no aeroporto, e de lá fomos pro hotel. Uma graça o hotel, e super bem localizado, do ladinho de St German des Près e da Île St Louis. Da janela do quarto dava pra ver a Notre Dame,  ali do ladinho.

Hotel Colbert, é o ponto A no mapa

A entrada do hotel
Além do mais, colocaram a gente num quarto com cama de casal, e como não tinha quarto twin (com duas camas de solteiro) livre, acabamos indo pra suíte (quarto + sala com sofá cama) que ficava lá em cima, tipo ático com o teto inclinado. Um charme. E enorme!

O quarto

A salinha, à noite virava meu quarto

Como já eram quase 15h, saímos pra procurar um lugar pra comer alguma coisa ali perto do hotel mesmo. O arrondissement (a vizinhança) do hotel:


Acabamos achando um lugarzinho de quiches e tortas. Depois de uma quiche com salada, rachamos uma torta de frutas vermelhas que estava simplesmente uma delícia. Azedinha, pouco doce, deliciosa. Depois fomos caminhar ali por St Germain, as ruas lotadas de gente aproveitando as liquidações de Janeiro. Entramos no embalo, fizemos comprinhas e enchemos os olhos com aquelas coisas que só Paris, mesmo: chocolaterias que parecem galerias de arte, uma loja de azeites e tapenades e outra de roupinhas e acessórios pra cachorros e gatos!


Loja de doces árabes
 


Vitrine da loja de azeites e tapenades
 


Restaurante numa ruinha charmosa, perto do Odéon
 


A chocolateria que parecia galeria de arte - pirâmide de caixas de chocolate
 


Loja de roupinhas e acessórios para cães e gatos
 
Fora aquele charme e glamour que aquele povo esbanja, sentados nos cafés jogando conversa fora, do lado de um Rolls Royce brilhando.


À noite, fomos jantar num restaurante indicado por uma amiga minha, o L’Agrume. Pequenininho, simpático, com a cozinha invadindo o salão. Pedimos o menu degustação, que tinha sopa de aipo com azeite trufado, foie gras quente com figos secos, vitela com legumes na manteiga e uma mousse de chocolate branco com manga de sobremesa. O chef fica tão ali do lado que fiquei até com vergonha de pedir pra passar mais a carne e de pedir pra tirar a manga da sobremesa, porque eu sou enjoadinha J
Domingo fomos na exposição do Basquiat, no Musée d’Art Moderne, que é um museu que eu não conhecia. É enorme, tem um estilo grego, com colunas em toda a extensão, e uma escadaria na frente. Fica ali pertinho da torre Eiffel, só que do outro lado do Sena.

A exposição estava ótima. Muitas obras, várias salas, mas também pudera, a maioria das obras é enorme! E que combinações de cores!!! Amei! O cara era um gênio que cheirava cocaína e ia pintar. O resultado: figuras, palavras e cores num caos organizado, perfeitamente desarrumadas. As cores vibram, contrastam e pulam pra fora da tela!


O mais engraçado foi no final da exposição, que entramos sem querer numa sala com uma série de telas do Matisse que devia ter uns 15 metros de altura – bailarinas? Nem me lembro. Deitamos no sofazinho e ficamos descansando e olhando as bailarinas...
Depois fomos caminhar no Marais, onde eu sabia que tinha uma Fragonnard onde eu poderia comprar (de novo) o refil do meu perfume. Almoçamos numa brasserie simpática, e depois andamos pela Rue des Francs Bourgeouois, que eu tinha curtido muito da outra vez. Apesar do dia cinza, as ruas estavam lotadas, e as lojas também. Que saudades que eu tenho dessa vida na cidade num domingo; aqui parece que todo mundo se enfia nos lugares. Espero que a primavera não demore pra chegar esse ano.

Voltamos a pé pro hotel, atravessando pela Île-St-Louis.

Mais tarde, fomos jantar num restaurante super interessante, Le Coupe Chou. A casa é do século XIV, ou seja, mil trezentos e pouco. É um conceito tão louco pra nós brasileiros, né? O Brasil ainda tava longe de ser descoberto pelos portugas nessa época! A casa tem várias salas pequenas, a gente passou por umas 3-4 salas antes de chegar na nossa mesa! Comemos um cordeiro maravilhoso, com um vinho maravilhoso, e de sobremesa sorvete de café, chocolate e limão siciliano da Berthillon. Tudo de bom.
Segunda – dia de ir na exposição do Monet, no Grand Palais. Nós e mais metade da população de Paris que deixou pra ir no último dia!! A fila dava voltas, a gente por sorte tinha comprado pela internet, então ficamos só meia horinha esperando (debaixo de chuva). Nas salas, uma horda de gente na frente dos quadros, tinha que se enfiar ali no bolo pra ver alguma coisa, e se bobear muito, o povo já te leva automaticamente pro próximo quadro. Exposição enooooorme, mais salas ainda, mas Monet é Monet. Mesmo cheio de gente, mesmo com confusão, é lindo demais. Pra fechar, a série do jardim da casa dele em Giverny, que eu vi pessoalmente com o Fe em 2009. Saímos de lá às 17h!!!


Pra dar uma descansada, fomos tomar um chá na Ladurée, uma pâtisserie e salão de chá que tem os melhores macarons da cidade. O salão de chá, de 1862, foi um dos primeiros da cidade, idéia da esposa do maître-patisser, para ser um ponto de encontro das senhoras da alta sociedade, uma vez que os cafés eram ambientes masculinos, onde uma dama que freqüentasse não seria bem-vista. Os docinhos parecem jóias e o salão é um luxo, parece que você está tomando chá com a Maria Antonieta, em Versailles.

O balcão de jóias


O salão de chá



Macarons dourados
 

Macarons no balcão


Nossos doces


A vitrine
Depois mais uma voltinha pela Rue Royale, com um grupo de fotógrafos e jornalistas que estavam cobrindo a Semana de Moda de Paris em frenesi com alguma celebridade que estava saindo de um desfile por ali – Paris, toujours Paris...
À noite, mais uma indicação de restaurante da minha amiga parisiense, o L’Epi Dupin. Lugar “in”, pequenininho e cheio de gente, inclusive não tem perigo de faltar assunto porque você também pode participar da conversa da mesa à sua esquerda e da mesa à sua direita. O cardápio é uma lousa pendurada na parede, com 5-6 opções de entrada, prato principal e sobremesa, e você escolhe uma de cada. Comemos samosas de pato de entrada (deliciosos), cordeiro com legumes julienne e depois um petit gâteau com sorvete de verbena.
Devo ter voltado pra Hamburgo com uns quilinhos a mais, mas ahhhh as calorias valem a pena!!! Repito: esse povo sabe comer bem!!!
Pra quem ficou curioso, meu pai escapou do Egito são e salvo!! Viu tudo da janela do quarto do hotel: os manifestantes, os tanques do exército e tudo mais, mas conseguiu sair de lá sem ter que participar forçosamente dos protestos!